" ... Só pode manter vivo o seu próprio pai...
... Meu marido me largou porque eu resolvi parir o mundo sozinha...
...Pensamentos sujos. Como é que você vê as pessoas que estão lá fora?...
... Decote não pode. Coque pode... Esta é a mulher que nunca para...
...Torce o coração que ele vai te respeitar...Eu pari, ele parou...
...Eu preciso falar com alguém sobre isso, sobre tudo isso que é meu, sobre toda essa gente que é minha, ainda não me vê direito...
...Olha pra mim!...é preciso morrer pra nascer de novo...
...As marcas dos risos, dos choros, da falta de cuidado...Dei de mamar...
...Deixe esse asilo voluntário pra trás... Dance..."
Por Samira Sinara.
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Perto do osso, a mulher
Entre carnes, sangue e gozo
Qual é a mulher que você conhece?
Qual é a mulher que te apetece?
Eu te dou o meu amor
Eu te dou a minha dor
O meu rancor
O meu odor
te amo
tirano
Quem você quer me ver hoje?
onde você quer mover?
Eu sou o bicho que você criou, desgostou e escondeu em uma jaula
Eu sou um bicho seu!
trechos da dramaturgia de ©elas, por Daiane Dordete
Qual é a mulher que você conhece?
Qual é a mulher que te apetece?
Eu te dou o meu amor
Eu te dou a minha dor
O meu rancor
O meu odor
te amo
tirano
Quem você quer me ver hoje?
onde você quer mover?
Eu sou o bicho que você criou, desgostou e escondeu em uma jaula
Eu sou um bicho seu!
trechos da dramaturgia de ©elas, por Daiane Dordete
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